O CFP, CRPs e mais outras 30 entidades da sociedade civil de âmbito nacional, além das Comissões de Direitos Humanos e Minorias (CDHM), de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI) e de Legislação Participativa (CLP) da Câmara dos Deputados e da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão do Ministério Público Federal estão mobilizadoa acerca de um objetivo único e importantíssimo para a nossa sociedade: a realização da primeira Conferência Nacional de Comunicação em 2009.
Para tanto, estamos todos recolhendo assinaturas num documento virtual no site
http://www.petitiononline.com/mpcnc28/ ou nas sedes de cada entidade.
No caso específico dos Psicólogos de Sergipe, o abaixo-assinado já está disponível na Seção Sergipe (Ed. Clinical Center, Pça. da Bandeira, 465) e você pode obter informações adicionais com Edel, coordenadora do GT de Integração, Informação e Cultura, através do e-mail
edel@infonet.com.br.
É imprescindível que consigamos 100 mil assinaturas até o final de Agosto, pois o documento servirá como instrumento de pressão para que o Governo Federal convoque a I Conferência Nacional de Comunicação, estopim para a luta pela tão desejada Democratização da Comunicação, uma das causas do Conselho Federal de Psicologia.
Saiba mais sobre essa mobilização:
* No final de 2006 foi aprovado um requerimento da deputada Iriny Lopes (PT-ES) na Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados que solicitava o envolvimento da comissão na construção da Conferência.
Com a aprovação, a CDHM convocou diversas entidades para um debate acerca da construção da Conferência a fim de realizar o Encontro Nacional de Comunicação, cujo objetivo era reunir contribuições para o temário e para a organização da Conferência Nacional.
* Em Junho de 2007 aconteceu o Encontro Nacional de Comunicação.
No final do encontro, por iniciativa das comissões de Direitos Humanos e Minorias (CDHM), de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI), e da Câmara dos Deputados, criou-se oficialmente o movimento Pró-Conferência Nacional de Comunicação que organizou-se mais tarde a fim de proporcionar o atendimento à já antiga existente demanda por uma Conferência Nacional de Comunicação.
* Percebeu-se a demanda a partir da consciência de que a comunicação atualmente se dá sem a participação efetiva da sociedade e, portanto, precisa-se estabelecer mecanismos democráticos de formulação e controle social das políticas públicas para o setor.
* A partir de então, em vários pontos do país, foram realizados encontros focais preparatórios que versavam sobre a necessidade de incorporação de todos os segmentos produtores e consumidores dos conteúdos da comunicação.
Mas... por que os Conselhos de Psicologia estão envolvidos no movimento?
Porque para garantir a ampla representatividade social, a Conferência Nacional de Comunicação deve se dar nos moldes das conferências já promovidas em outras áreas (Saúde, Cidades, Segurança Alimentar e Cultura) com bons resultados.
Ou seja, TODOS os setores da sociedade devem estar mobilizados - e os Conselhos de Psicologia, entidades de personalidade jurídica de direito público, com autonomia administrativa e financeira, representam uma parte importante da sociedade que não podem nem devem ficar à margem de deliberações tão sérias!
Em outras palavras: é preciso que TODA a sociedade se organize realizando etapas locais, estaduais e regionais de debates que preparem os cidadãos para o processo nacional; é essencial a a participação dos poderes Executivo, Legislativo e das representações da sociedade civil em todas essas etapas! A Psicologia está fazendo a sua parte!
Quando vai acontecer?
O desejo de todos os envolvidos é que o decreto Presidencial pela Conferência Nacional seja assinado ainda em 2008, para que seja possível uma mobilização geral nos Estados e Municípios com vistas à realização da Conferência Nacional no segundo semestre de 2009!
Como isso será possível?
Se a sociedade e todas as entidades envolvidas no movimento se organizarem, unindo forças com os poderes públicos, pode-se pleitear ao Governo Federal a realização da conferência. A Conferência deverá ter caráter amplo e democrático, contando com representantes do governo, da sociedade civil e empresários.
Afinal, o que se quer com essa conferência?
Duas palavras resumem nossa proposta: controle social.
Tal controle agiria sobre a regulamentação da publicidade direcionada a crianças e adolescentes e sobre as renovações ou abertura de concessões de emissoras de rádio e televisão, por exemplo!
A Conferência entenderá a comunicação como direito, respeitando a soberania nacional, a liberdade de expressão, a inclusão social, as diversidade cultural, religiosa e de gênero, os atributos tecnológicos e a regionalização.
Seus eixos de discussão serão: Meios de Comunicação (TV aberta, internet, rádio, telecomunicações por assinatura, cinema, mídia impressa e mercado editorial); Cadeia Produtiva (processos de produção, provimento, distribuição e recepção da comunicação); e os Sistemas de Comunicação público, estatal e privado.
E o que deve ser discutido durante os encontros "pré-conferência"?
As etapas locais devem discutir acerca do temário da Conferência, apresentando propostas e elegendo delegados para a etapa nacional - mas cabe ao Governo Federal a convocação da Conferência!
Durante as etapas regionais, deve-se identificar desafios da comunicação no Brasil, discutir as ações do poder público na área e propor a regulamentação de políticas públicas de comunicação que identifiquem as ações prioritárias dos governos.
Após essa discussão, um grupo de trabalho criado através de portaria ministerial do Governo Federal e composto por representantes do governo, da sociedade civil e dos empresários, cuidará da metodologia, da estrutura, da organização, do calendário e dos temas da Conferência, elaborando um Regimento que os estabeleça.
O Regimento Interno tornar-se-á oficial a partir da sua ratificação pelo Governo Federal que, então, deverá criar uma comissão organizadora da Conferência que conduzirá todo o processo até a etapa nacional.
Conheça aqui
os participantes da Comissão Pró-Conferência Nacional de Comunicação
ABCCOM – Associação Brasileira de Canais Comunitários
ABGLT - Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais
ABRAÇO – Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária
ABTU - Associação Brasileira de TVs Universitárias
AMARC-BRASIL – Associação Mundial das Rádios Comunitárias
ARPUB – Associação das Rádios Públicas do Brasil
ASTRAL - Associação Brasileira de TVs e Rádios Legislativas
Campanha "Quem financia baixaria é contra a cidadania"
CDHM - Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados
CEN - Coletivo de Entidades Negras
CFP – Conselho Federal de Psicologia
Comissão de Ciência, Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara
CUT – Central ùnica dos Trabalhadores
ENECOS – Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação Social
FENAJ – Federação Nacional dos Jornalistas
FITERT – Federação dos Trabalhadores em Empresas de Rádio e Televisão
FNDC – Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação
INTERVOZES – Coletivo Brasil de Comunicação Social
LaPCom-UNB – Laborátório de Políticas de Comunicação / UNB
MNDH – Movimento Nacional de Direitos Humanos
MPF - Pocuradoria Federal dos Direitos do Cidadão
MST – Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra
OAB – Ordem dos Advogados do Brasil
UNE - União Nacional dos Estudantes
PARTICIPE VOCÊ TAMBÉM!
Assine o documento através do site
http://www.petitiononline.com/mpcnc28/ . Se tiver algum problema ao tentar acessar o site, vá até a sede da Seção Sergipe e peça o documento à nossa secretária Juliete.
Aproveite para aproximar-se do Comitê Gestor, coordenado pelo Psicólogo Fernando Nascimento, e inteirar-se do nosso movimento interno pela criação de um CRP independente em Sergipe!
Unidos, somos muito mais!
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